As Consciências
Desenhadas nas Mãos

Nilton Schütz
2006

 

OS DEDOS COMO ESTADOS DE CONSCIÊNCIA
Cada dedo representa um planeta sagrado e por consequência, um estado de
consciência. Funcionam como “captadores”. Por isto são realizados “Mudrás” com
eles para vibrar energias específicas.
Um Mudrá muito conhecido foi o realizado por Cristo com os dedos médio e
indicador, Saturno e Júpiter juntos, simbolizando a conjunção celeste destes dois
planetas que simbolizaram a Estrela de Belém correspondente ao seu nascimento.
Como já foi citado anteriormente, o homem evolui através do número sete e
este é também o número dos planetas sagrados. Mas, se temos cinco dedos, onde
se localizam os outros dois estados de consciência faltantes? Em “montes” na
palma de nossas mãos.

Dedo Polegar: Corresponde a Vênus .
Questões e vibrações ligadas a amor, sexo,
relacionamentos, “finanças”.
Como consciência vibra a “Mente
Abstrata-Angélica”.

Dedo Indicador: Corresponde a Júpiter .
Questões e vibrações ligadas à posição social,
crescimento e expansão, êxitos e fracassos,
religiosidade, conexão
espiritual, fé, viagens longas.
Como consciência vibra a
“Percepção completa”.

Dedo Médio: Corresponde a
Saturno. Questões e vibrações
ligadas à estrutura, disciplina,
concentração, trabalho, profissão, solidez,
aprendizado. Como consciência vibra o
“Mental Concreto”.

Dedo Anelar: Corresponde ao Sol .
Questões e vibrações ligadas à alegria, vida,
individualidade, felicidade, autoexpressão.
Como consciência vibra a “Física”.

Dedo Mínimo: Corresponde a Mercúrio .
Questões e vibrações ligadas ao pensamento, comunicação, inteligência, aprendizados, viagens curtas, negócios e comércio. Como consciência vibra a “Intuição”.

Montes de Marte: .
São dois, um próximo ao dedo de Vênus e outro abaixo do dedo de Mercúrio.
Suas vibrações se repercutem assim como nos dedos, através de seus sinais.
O primeiro monte, próximo ao dedo de Vênus, está ligado às vibrações de sexo e
desejos.
O segundo monte, abaixo do dedo de Mercúrio está ligado às autoafirmações, força, vigor, atitude. Como consciência vibra a “Astral” (Emocional-instinto).

Monte da Lua: .
Abaixo do dedo de Mercúrio. Suas vibrações estão ligadas à sensibilidade, emoções, reações, mudanças de temperamento, maternidade, mediunidade, saúde.
Como estado de consciência vibra o “Etérico-Vital”.

 

 

HISTÓRIA REAL
A Quiromancia é uma ciência oculta que trás em si “muitos segredos” que a
maioria da humanidade ainda não conhece.
Ela foi trazida pelo povo Cigano, povo nômade que possui em sua história
mais segredos do que possamos imaginar.
Sua tradição vem desde a experiência racial de consciência anterior, a etapa
chamada de Atlântida, anterior a nossa que é chamada de Ariana.
Quando dizemos “raça”, deve-se ficar bem claro que estamos falando de experiências de consciência, ou seja, de etapas de evolução ligadas a nós e não de cor
de pele!
Nós todos somos “Arianos”, independentemente da nossa cor de pele e somos
uma quinta experiência, pois tivemos quatro Raças-Mães anteriores à nossa. Eis o
motivo de termos “cinco dedos”, pois assim como eles, estamos despertando um
“quinto estado de consciência”.
Na primeira experiência racial, chamada de Adâmica, poderíamos dizer que
não tínhamos dedos, ou até mesmo ousar “arriscar”, nem braços. Éramos “sombras ou projeções de algo”.
Na segunda experiência, chamada de Hiperbórea, já insinuávamos uma forma,
podendo dizer que tínhamos dois braços e, por consequência, cada braço pode ser
considerado “um dedo”, originando dois dedos.
Na terceira, já com forma definida, mesmo que grotesca, quando éramos gigantes, poderíamos dizer que em determinada etapa desta experiência tínhamos
três dedos nos pés e nas mãos.
Na Raça Atlante, a quarta experiência, “ligada ao povo cigano”, tínhamos quatro dedos. Esta fabulosa Raça-Mãe convivia com os Deuses na face da terra e em
seu apogeu tinha como consciência principal sete cidades (cantões) que ladeavam
uma oitava. Os Vimanas (Discos Voadores) são oriundos desta época.
Em determinada etapa, o lado polar à evolução ganhou força e as cidades marcharam contra a Deífica oitava cidade, sacrificando os Deuses que ali se encontravam. O povo cigano – não este em sua maioria que encontramos hoje na face da
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terra (os ligados a este período já retornaram ao seu lugar de origem) – estava ligado a este fato.
Como punição, com o final da Raça Atlante e início da Raça Ariana, a experiência atual, eles tiveram que vagar pelo mundo sem um lugar que fosse propriamente seu, sem Nação, sem Pátria, sendo “Nômades”.
Mas, por outro lado, este povo trouxe muito do conhecimento divino remanescente desta época remota, como o Tarô e também a Quiromancia, por isto
quando falamos destas ciências, logo vem a associação automática com este povo.
Isto não quer dizer que “qualquer cigano” realize sempre com propriedade
uma leitura de mãos ou mesmo abrir um jogo de Tarô. Muito cuidado com isto!
Sempre neste meio existe muita vigarice, ainda mais no momento difícil que a
humanidade atravessa na atualidade. O que vale sempre é o conhecimento e consciência do que se realiza, seja o que for e por quem for, muita atenção a isto!
Voltando às experiências raciais temos agora na quinta Raça-Mãe, a atual, cinco dedos e, possivelmente em um futuro, mais dedos. Isto fica ao encargo das Hierarquias Angélicas Criadoras.